Dando as satisfações necessárias...
Há tempos eu não aparecia por aqui, hein?
Também pudera, estou passando pelas turbulências do grande caos mental, aquele que dá as caras por aqui pelo menos uma vez por ano. Como preciso lutar contra o monstro verde que bagunça minhas idéias, aqui vai uma promessa: vou voltar a atualizar este blog com uma regularidade aceitável. Isto, de certa forma, irá ajudar a organizar minhas idéias. Mas é uma promessa interna, portanto não quero cobranças, certo?
Deixem a parte suja das penitências por minha conta, caso eu não cumpra a palavra.
Então, não vou começar com nenhuma dica, mas uma confissão, porque esses tempo eu tenho muitas a fazer..
Da Série: Confissão Musical do Dia
Na minha humilde opinião, que já tinha expressado em outro momento, o Matchbox 20 sempre foi uma bandinha fuleira com um vocalista que tenta engrossar a voz como tantos outros. Mas eu gostava deles quando tinha 16 anos, e gostava de Wallflowers também, que é outra coisa do róque norte-americano da década de 90. Mas, voltando ao primeiro assunto, lembrei do Matchbox esta semana porque eles têm uma daquelas musiquinhas mezzo rock, mezzo pop que é muito boa e sinto-me coagida a admitir que gosto dela ainda hoje. Melhor seria se não tivesse aquela voz no estilo pára-que-tá-doendo do Rob Thomas, mas ainda assim é muito bacana. O nome dela é Long Day e aí vai um trechinho:
I’m sorry ‘bout the attitude
I need to give when I’m with you
But no one else would take this shit from me
And I’m so terrified of no one else but me
I’m here all the time
I won’t go away
It’s me, yeah I can’t get myself to go away
Termina aqui a Confissão Musical do Dia (não esperem que eu cite Bon Jovi nesta série).
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²²d¬_¬b²²: Muse - Unintended
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Clube dos Corações Solitários, de Andre Takeda.
